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JBL SA750 – revivalismo futurista

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Para comemorar o 75º Aniversário, a JBL produziu o amplificador integrado SA750, em estilo retro, inspirado no clássico SA600 dos anos 60, mas com especificações de última geração.

Pense no JBL SA750 como um Ford Mustang com motor elétrico.

A carroçaria pode ter sido vagamente inspirada num modelo dos anos 60, incluindo painéis laterais de madeira de teca, mas lá dentro foi ‘eletrificado’ com todos os requisitos da era digital: streaming, conectividade sem fios (AirPlay2, Chromecast), usb dac PCM 192kHz-24 bit (DSD não consta das especificações de fábrica) e até correção/igualização de sala ‘Dirac Live’.

E ainda: Roon (endpoint), compatibilidade MQA, e acesso direto à Tidal, Qobuz, etc. , com apoio de uma app de controlo grátis: Music Life.

…pense no JBL SA750 como um Ford Mustang com motor elétrico…

E para manter toda a potência, sem contribuir para as alterações climáticas, vem equipado com um amplificador estéreo de 120W/8 de Classe G, que é uma versão melhorada da Classe AB.

A JBL não esqueceu a dupla entrada Phono MM MC e a saída para auscultadores (jack 3,5 mm).

Isto é o que pode ler em qualquer brochura e press-release, ou no YouTube.

Agora vamos ver como se comportou no test drive do Hificlube, e vai ficar a saber coisas que ninguém mais lhe vai dizer.

Classe G – uma classe à parte

Primeiro um esclarecimento sobre a Classe G, que alguns confundem com a Classe D.

A Classe G de amplificação é o que podemos designar por Classe AB Turbo. Em vez das fontes comutadas da Classe D, utiliza uma dupla fonte de alimentação linear, com tomadas (rails) separadas para as necessidades de tensão a baixo nível, onde o cruzamento de ponto zero é crítico, e há toda a vantagem em funcionar em Classe A; e a alto nível, onde a transição já não é tão crítica e a polarização pode ser reduzida, gerando mais potência e menos calor.

…Classe G de amplificação é o que podemos designar por Classe AB Turbo…

Deste modo, pode funcionar em Classe A (meios ciclos positivo e negativo amplificados pelo mesmo grupo de transístores sempre ligados) até cerca de 20W, comutando para o rail de tensão mais elevada sempre que o programa o exige.

Embora utilize transístores bipolares no andar de potência, a comutação entre rails de diferente tensão é instantânea e efetuada por um Mosfet, que recebe a informação do circuito de realimentação (current forward) para poder estar sempre à frente dos acontecimentos.

Já o ‘recuo’ para o rail de baixa tensão faz-se de forma faseada para evitar distorção.

No fundo, é um princípio muito semelhante ao Sustained Plateau, que Dan D’Agostino desenvolveu para a Krell e que agora se chama iBias (ver teste dos Krell K-300i).

A Classe G, ainda que com outro nome, foi desenvolvida pela Hitachi nos anos 60, tendo sido utilizada uma variante distante conhecida por Circuit T, da autoria de Bart Locanthi, no já referido JBL SA600, que Julian Hirsch testou para a HiFi/Stereo Review (Nov. 1966) e declarou ter:

the lowest noise level we have ever measured on an integrated amplifier...

Hirsch mediu 0,1%, o que diria ele agora dos 0,002% de distorção harmónica total?

Ciência ou arte? Onde se fala de Julian Hirsch e Harry Pearson.

Julian Hirsch foi o Amir Majidimehr dos anos 60 (mede bem, soa bem; mede mal, soa mal… you know the drill…), cuja influência nos meios audiófilos da época levou à reação da tribo dos subjetivistas, tendo como líderes Harry Pearson (The Absolute Sound) e J. Gordon Holt (Stereophile), que tive o prazer de conhecer pessoalmente em Las Vegas, este último já muito doente (faleceu em 2009).

Ambos defendiam que é ouvindo e comparando com instrumentos acústicos tocados ao vivo que os sistemas de som devem ser avaliados e não com computadores no laboratório.

HP era o mais carismático dos subjetivistas e também o mais fanático. Criou um glossário e uma linguagem própria com novos termos (Highend, por exemplo) que influenciou todos os críticos da sua geração e seguinte. Faleceu em 2014, e deixou o campo livre para os objetivistas, que estão outra vez em alta.

Mas foi a Arcam, que pertence ao grupo Harman, tal como a JBL, et pour cause, quem ‘cunhou’ de Classe G este circuito com dupla fonte de alimentação comutável (e não comutada).

Aqui para nós, o SA750 é a versão JBL do Arcam SA30, um dos Streamer/Amp/Dac mais galardoados de 2020.

O James B. Lansing Sound Inc. SA600 Solid State Amplifier

O James B. Lansing Sound Inc. SA600 Solid State Amplifier

Como se pode ver pela foto supra, o SA750 é inspirado no SA600, mas não é uma cópia fiel. O mostrador obrigou a sacrificar dois dos cinco botões rotativos.

…o SA750 é inspirado no SA600, mas não é uma cópia fiel, e por dentro é a versão JBL do Arcam SA30…

Mantém o seletor de fontes no lado direito (onde eu acho que devia estar o volume – a minha mão está sempre a ir para lá, e eu até sou ambidextro!), e não oferece controlos de tonalidade (graves e agudos).

Volume e Balance continuam juntos, agora diferenciados pelo tamanho. Voltaremos a estes botões, porque o funcionamento de ambos é, no mínimo, ‘idiossincrático’.

Os comutadores de alavanca (toggle switches) têm naturalmente funções adequadas aos tempos modernos, como Dirac Live (igualizador de sala) e Direct, que desativa o conversor A/D interno, e só pode ser usado com sinais analógicos (já lá vamos).

JBL SA750 - revivalismo futurista: tecnologia moderna num pacote vintage.

JBL SA750 - revivalismo futurista: tecnologia moderna num pacote vintage.

O painel frontal de alumínio sólido continua a ter do lado esquerdo um quadrado com escovamento vertical, por oposição ao escovamento horizontal,  que reflete a luz com uma cor diferente (mais dourada), onde habita o logótipo iluminado de vermelho (um ponto de exclamação!), a identificação do modelo, o comutador de potência e a saída para auscultadores (3,5mm), além de uma entrada Aux também de Jack para um componente analógico externo.

Nota: Quando insere o Jack dos auscultadores as colunas desligam (default). Se pretende mantê-las a tocar selecione On na função Phones Ovr.

A tampa superior com grelha (bem aberta) de dissipação de calor (o SA750 fica apenas morno) bem podia ter uma tela interna de amortecimento para evitar ressonâncias.

Speaks volumes

É uma expressão inglesa que significa que algo ‘fala por si próprio’. Utilizo-a aqui num jogo de palavras, porque o controlo de volume eletrónico nem sempre ‘controla o volume’, passe a contradição.

O volume máximo do sistema e das fontes (um processador AV externo, por exemplo) pode – e deve – ser regulado nos ‘audio settings’ com o auxílio do controlo remoto.

Por default, o volume das fontes é 30, o que é manifestamente pouco. Mas com streaming, por exemplo, não convém passar dos 50 (Max Net Vol).

Isto porque se utilizar a app da Tidal, da mconnect Lite (grátis e compatível) ou a Music Life para regular o nível do som, fazendo bypass ao do SA750, o volume pode disparar por aí acima ao deslizar inadvertidamente o dedo no telefone ou Ipad no slider de volume.

Neste caso, avance rápido para a ‘alavanca’ de Mute,  porque o botão rotativo está inativo ou é lento a responder.

O botão de Balance equilibra o som entre canais de uma forma muito estranha: nunca desliga completamente um dos canais e parece funcionar no domínio da amplitude e da fase. É uma sensação esquisita para quem esta habituado a tudo para um lado, tudo para outro...

Music Life

Esta é a App (grátis) de controlo e navegação do SA750, a mesma utilizada pela Harman nos Arcam.

Esta é a App (grátis) de controlo e navegação do SA750, a mesma utilizada pela Harman nos Arcam.

Na Google Store a app Musical Life aparece como ‘versão Beta’ e nunca consegui que funcionasse com o meu Galaxy.

Já com o iPad correu tudo sobre rodas, com um furo aqui e ali, como, por exemplo, na seleção de filtros: por vezes, quando voltava à função, o filtro previamente selecionado tinha mudado sem interferência minha (?).

Naveguei sem problemas pela Tidal, com e sem Roon, também com o meu portátil.

Naveguei sem problemas pela Tidal, com e sem Roon, também com o meu portátil.

O SA750 é compatível com MQA Master (decoder/renderer) até ao máximo de 192kHz. Pelo menos é o que diz nas especificações. Que são muito conservadoras.

Nota: este é o segundo caso em que cheguei à conclusão que o fabricante, em vez de ‘exagerar’ nas especificações, faz o contrário: redu-las! O primeiro caso, foi com o Krell K300i.

Homenagem ao bit desconhecido

Nas especificações pode ler-se: Supported sample rates coaxial: 32kHz, 44.1kHz, 48kHz, 88.2kHz, 96kHz, 176.4kHz, 192kHz

Nas especificações pode ler-se: Supported sample rates coaxial: 32kHz, 44.1kHz, 48kHz, 88.2kHz, 96kHz, 176.4kHz, 192kHz

Munido de um disco SSD, ligado via USB, e recheado de ficheiros de alta resolução, cheguei a conclusões surpreendentes:

Embora utilize um chipset  Sabre ESS ESS9038K2M, com capacidade para converter DSD e PCM786kHz, a JBL limita as especificações a PCM 192kHz. Nem sequer faz referência ao DSD. Why? It beats me...ou será 'bits' me...

A verdade é que para a maior parte das aplicações domésticas PCM192kHz é mais do que suficiente. Digamos que corresponde ao limite de 120/hora nas autoestradas.

Mas ninguém compra um carro que não passa dos 120. Quem não gosta de exibir os ‘250 à hora’ no conta quilómetros, quando a maior parte do tempo anda no pára-arranca?...

No áudio digital passa-se o mesmo. O comprador quer saber se ‘faz’ DSD512, MQA352kHz, PCM768kHz, mesmo que não tenha nenhum ficheiro desta resolução para tocar.

Eu tenho. E fui experimentar. Então não é que o SA750 toca tudo! Incluindo MQA Master a 352kHz da Tidal (etiqueta 2L).

Nunca digas nunca

Tudo o que seja acima de 192kHz surge no ecrã como ‘Not Valid’, mas é reproduzido sem problemas. E bem. Não sei se faz downsampling para 192, mas não creio que vá notar a diferença. Eu não notei.

E DSD? Será que toca? Toca, pois! Até DSD512 (.dff)! Neste caso, surge no ecrã ‘Not Supported’, mas não ligue importância, porque toca também.

O SA750 só não é compatível com ficheiros nativos MQA (tenho alguns) e .dsf. Poucos dacs o são, aliás.

Nota: com uma ou outra faixa, a ligação de ‘clock’ pode falhar (e ouve-se um sopro de distorção), mas basta mudar ou reiniciar a faixa para ‘entrar nos eixos’.

...acima de 192kHz surge no ecrã como ‘Not Valid’, mas é reproduzido sem problemas...
JBL SA750: os toggle switches mantêm-se, só mudaram a forma e as funções.

JBL SA750: os toggle switches mantêm-se, só mudaram a forma e as funções.

Direct versus Dirac

Direct só funciona com fontes analógicas, nas entradas RCA (CD, Tuner, Phono, etc.). Pode selecionar quais no menu.

E porquê? Porque, ao contrário, das funções ‘direct’, ‘pure’, ‘straight’, etc. de outros amplificadores, que se limitam a fazer bypass aos controlos de tonalidade (que o SA750 não tem), Balance e até Volume, aqui desativa o conversor ADC interno, que ‘redigitaliza’ todos os sinais analógicos, faz upsampling para 192kHz e volta a convertê-los para analógico no DAC. E ainda desativa todas as funções DSP e também o DAC.

Deste modo, os sinais analógicos (os do CD já vêm convertidos do leitor-CD) vão diretamente para o andar de pré.

A diferença não é pequena: o som ‘Direct’ é muito melhor. Ponto. Para quê reconverter o que já foi convertido? Tal como no Islão, só pode dar mau resultado…

E para que precisa o SA750 de um conversor A/D?, pergunta o leitor.

Dirac Live: a inteligência artificial ao serviço da correção de salas.

Dirac Live: a inteligência artificial ao serviço da correção de salas.

Porque o sistema de correção/igualização de salas Dirac funciona por DSP (digital signal processing) para processar digitalmente o sinal recebido do microfone (fornecido) para medir o binómio sala/colunas, mantendo o processamento digital (DSP) no caminho do sinal sempre que estiver ativado.

O sistema Dirac é todo automatizado (vai precisar de um PC/MAC portátil) e é muito eficaz (melhor que o Audyssey da Denon) mas não deixa de ser complexo. Até pode optar por alterar a gosto a curva de igualização proposta pelo Dirac.

Só o recomendo em caso de conflito ‘armado’ entre a sala e as colunas, que não se possa resolver com mudanças diplomáticas no posicionamento das forças no terreno. Mas em sistemas multicanal recomenda-se sem reservas.

…citando Jorge Jesus, o Dirac é uma faca de dois (le)gumes…

Digamos, citando Jorge Jesus, que o Dirac é uma faca de dois (le)gumes: controla o efeito perverso das ondas estacionárias das salas na qualidade do som (sobretudo ao nível dos graves) mas obriga à reconversão dos sinais analógicos, pois todo o processamento de correção é feito no domínio digital.

A dança dos filtros

O JBL SA750 tem um menu de 7 filtros digitais: Apodizing; Linear Phase Fast Roll Off; Linear Phase Slow Roll Off; Minimum Phase Fast Roll Off; Minimum Phase Slow Roll Off; Brick Wall or Corrected Minimum Phase Fast Roll Off.

O default de fábrica é Apodizing, um bom compromisso entre a linearidade de fase, a resposta em frequência e a oscilação (ringing).

Os de base ‘Linear’ têm melhor resposta em frequência; os de base ‘Phase’ têm melhor resposta temporal.

Quer um conselho? Deixe ficar em Apodising e esqueça o resto. Até porque a haver diferença é pouco menos que inaudível, mesmo com Corr MinP, que tem uma pendente precoce (Fast) no agudo e devia ouvir-se a diferença facilmente. Ou então fui eu que utilizei ficheiros HD, com os quais o efeito só se faz sentir muito para lá da banda áudio.

A ditadura do grave

Se tem um par de colunas com carga de grave reflex, daquelas que ainda não as encostou à parede e já elas estão a protestar com ‘baixaria’, o SA750 vai ser o seu amplificador de preferência;

JBL L100 Classic Heritage, o passado assombra-nos com uma qualidade de som que já tinhamos esquecido e sabe bem recordar.

JBL L100 Classic Heritage, o passado assombra-nos com uma qualidade de som que já tinhamos esquecido e sabe bem recordar.

Se tem um par de colunas JBL L100 Classic, com aquele alguidar de graves colocado junto ao chão e um tubo reflex do tipo bazooka, o SA750 funciona como um ‘domador de leões’, controlando o excesso de rugido.

…o grave é tenso, como se tivessem esticado a pele do tambor…

O andar de potência é ‘DC coupled’ e agarra as colunas pelos… ditos: o grave é tenso, intenso e extenso, bem definido e limpo; é como se tivessem esticado a pele do tambor.

Bomba atómica Dirac

E para baixos recalcitrantes tem sempre a opção da ‘bomba atómica’: Dirac Live.

Em consequência, a gama média é clara e transparente, sem véus ou adiposidades. Não há massa gorda, é tudo massa muscular.

…os baixos recalcitrantes têm sempre a opção da ‘bomba atómica’ Dirac Live...

Admito que às vezes preferia um pouco mais de chicha harmónica e menos explicitude no agudo. E um palco mais amplo dava jeito também.

Claro que a minha mais recente referência foi o Constellation Integrated 1.0, e isso tornou-me talvez demasiado exigente no curto espaço de tempo que mediou entre as duas análises. Estamos a falar de um integrado moderno de 3 mil contra outro clássico de 20 mil euros, o que é injusto…

O agudo é franco (talvez demais) e sem hipocrisias valvulares. Convém deixá-lo ligado para aquecer um pouco e evitar o mau feitio quando o acordam.

Se a gravação é ‘viva’, como são as dos Supertramp (exceto o álbum Famous Last Words), a ‘vivacidade’ não morre no ovo, sai toda da casca da mistura de estúdio num esplendor de pormenores.

Já os agudos da voz de Joyce DiDonato soam com uma limpeza que arrepia. O SA750 acompanha a escala ampla da mezzo soprano com a precisão de um cão de caça, descobrindo cada inflexão, entoação, enunciação e articulação escondidas na dicção (quase) perfeita: Joyce é americana, com pronúncia do Kansas, apesar do nome italiano, e o SA750 não perdoa deslizes linguísticos…

Mas é quando navegamos nas águas profundas de Jaco Pastorius, Marcus Miller ou o incrível Geddy Lee, dos canadianos Rush, que o SA750 se sente nas ‘sete quintas’, esticando a(s) corda(s) sem nunca a partir.

Ou quando o contrabaixo sensual de Esperanza Spalding lhe sublinha a traço grosso e definido a voz melíflua e provocadora, por vezes quase infantil, estilo Maria João. 

Há amplificadores que parecem focar-se no todo, o SA750 privilegia as partes para criar um conjunto harmónico.

Sem sombra de pecado

Os ficheiros MQA da Tidal são reproduzidos até ao máximo de 192kHz. Acima disto (352kHz), no ecrã surge Not Valid mas o ficheiro é reproduzido sem problemas.

Os ficheiros MQA da Tidal são reproduzidos até ao máximo de 192kHz. Acima disto (352kHz), no ecrã surge Not Valid mas o ficheiro é reproduzido sem problemas.

Por 3.490 euros, o SA750 oferece-lhe um som de Classe G sem sombra de pecado e todas as ‘modernices’ que possa imaginar: USB DAC, streaming, AirPlay2, Chromecast, Roon, Music Life, Qobuz, Deezer, Tidal full MQA, Dirac Live...

Vá ouvi-lo na Imacustica (exclusivo em Portugal). Só não vai ficar surpreendido, porque leu o Hificlube e já sabe o que o espera.

Pela nossa parte, obrigado pela preferência na leitura, porque o ato de compra é competência exclusivamente sua.

Saudações audiófilas

JVH

 

Produto: JBL SA750 (amplificador/streamer/dac)

Preço: 3.490 euros

Distribuidor Ibérico: Sarte Audio

Distribuidor nacional (exclusivo): Imacustica

JBL SA750 frente lado

O James B. Lansing Sound Inc. SA600 Solid State Amplifier

JBL SA750 - revivalismo futurista: tecnologia moderna num pacote vintage.

Esta é a App (grátis) de controlo e navegação do SA750, a mesma utilizada pela Harman nos Arcam.

Naveguei sem problemas pela Tidal, com e sem Roon, também com o meu portátil.

Nas especificações pode ler-se: Supported sample rates coaxial: 32kHz, 44.1kHz, 48kHz, 88.2kHz, 96kHz, 176.4kHz, 192kHz

JBL SA750: os toggle switches mantêm-se, só mudaram a forma e as funções.

Dirac Live: a inteligência artificial ao serviço da correção de salas.

JBL L100 Classic Heritage, o passado assombra-nos com uma qualidade de som que já tinhamos esquecido e sabe bem recordar.

Os ficheiros MQA da Tidal são reproduzidos até ao máximo de 192kHz. Acima disto (352kHz), no ecrã surge Not Valid mas o ficheiro é reproduzido sem problemas.


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