2008

Ces 2008_parte 11_ Válvulas E Gira-discos




CLEARAUDIO

Quem o quiser ver de corpo inteiro pode abrir aqui uma foto do HighEnd 2005. Desta feita, preferi situá-lo numa cidade em permanente mutação: todos os anos há novos casinos a nascer em Las Vegas.


CONTINUUM

Todos os anos publico fotos do Continuum. Desta vez foquei a atenção e a câmara no novo braço Copperhead que é uma evolução do Cobra. Aliás, também tem nome de cobra venenosa: copperhead.


DA VINCI

Este sim, devia chamar-se Red Point. Um exemplo do fundamentalismo analógico. Num mundo onde o iPod é rei, um deles vai nu, e só não vê/ouve quem não quer...


KR

O menino nas pallhas deitado. A KR Enterprises fornece válvulas para quase todas as aplicações. Em Portugal, é J.Martins da JM Audio quem mais sabe da poda.


KUZMA

Modelo 4Point. Mais uma marca que se mantém firme na defesa do analógico. Já vi desaparecerem muita marcas de leitores-CD. Paradoxalmente, sendo o LP um nicho de mercado, os fabricantes de gira-discos lá vão sobrevivendo.


MARK HILL

É novo para mim. Lembra-me o Prima Luna Dialogue. Não sei quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha...


PBNAudio

Estava no mesmo sítio do ano passado, a tocar o mesmo disco na mesma sala vazia do St.Tropez. Merecia mais...


REDPOINT

É curioso que um gira-discos chamado “Red” se apresente vestido de azul-Bugatti...


SONY

O “universal” NS9100 esventrado e artilhado pela ModWright, com andar de saída a válvulas. Nada como um pouco de distorção para adoçar a ilusão...


SPIRAL GROOVE

Chamar os bois pelos nomes . Num exposição de cães de raça analógica, o SpiralGroove parece um rafeiro. Mas não é.


TRON

Este é o modelo Rigolleto. É uma novidade para mim, tanto quanto a minha memória fotográfica me permite alcançar.


VON GAYLORD

Não resisto a fotografar (e ouvir) todos os anos o único amplificador que utiliza válvulas arrefecidas com líquido de refrigeração. O som aquece o coração.


VYGER

A imponência do Atlantis é quanto basta para calar os detractores do vinil. Se há fabricantes e audiófilos dispostos a investir nesta escultura de metal para ouvir LPs, é porque vale a pena o investimento...


WILSON BENESCH



Não, não vi o Nano em Las Vegas, mas o pdf de apresentação, que me foi gentilmente enviado pela Ajasom, é impressionante, pelo que achei por bem publicá-lo nesta secção (abrir pdf no topo da página) para os leitores poderem avaliar até que ponto a tecnologia analógica avançou apesar do domínio do digital...