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Wadia Intuition

Livio Cuccuza, designer of the Intuition, in a superb photo by Matteo Mescalchin

A integração da Wadia, uma empresa americana fundada em 1988, no grupo Fine Sounds, que conta no seu portfólio com a Sonus Faber, Audio Research e McIntosh Labs, garantiu acesso a recursos financeiros que lhe permitiram contar com Livio Cucuzza, novo designer da Sonus Faber e da belissima “concha” do Intuition 01, que alia a simplicidade à modernidade das linhas, e faz lembrar a insustentável leveza do traço da pala de Siza Vieira, no Pavilhão de Portugal.

Wadia Intuition 01, uma obra de arte moderna

Wadia Intuition 01, uma obra de arte moderna

O recheio desta concha é composto pela tecnologia digital de ponta que a Wadia tem vindo a desenvolver ao longo dos anos. Assim, o Intuition 01 baseia-se no princípio Wadia PowerDAC (um DAC que ataca directamente as colunas de som), já utilizado no 151 PowerDAC, mas com um circuito muito mais sofisticado e tecnologia de amplificação digital italiana.


De formato quadrado (38 x 38 cm) e esguio (6 cm no ponto mais alto), pesa cerca de 6 quilos e custa quase ...eh... 8 quilos!


Um prato de massa italiana com tempero americano

O Wadia Intuition apresenta-se pelo nome quando se liga (power on)

O Wadia Intuition apresenta-se pelo nome quando se liga (power on)

O Intuition utiliza na amplificação os módulos Digimod, da Powersoft, uma famosa empresa industrial italiana de tecnologia digital. Cheguei a pensar que eram os NCore de Bruno Putzeys, tal a semelhança do som. Nota: mais especificamente o Intuition utiliza o D-Cell504: 2/4-Channel High Power Amplifier Module de 350W/c.


O que temos aqui, portanto, é mais uma das dezenas de variantes de amplificação de Classe D (Pulse Width Modulation), com fonte de alimentação comutada (switching mode), na linha das Hypex, IcePower e Ncore. Com todas as vantagens de elevada eficiência, baixo consumo por watt produzido, relativa imunidade aos picos da corrente de sector e à impedância e reacção electromecânica das colunas (EMF).


No outro prato da balança, pesam as interferências rádio (RFI) e as queixas recorrentes de menos “naturalidade” e “musicalidade” e alguma “dureza de rins”. O controlo férreo dos altifalantes, logo da articulação dos graves, é proverbial; tal como uma menor liquidez nos registos médio altos e altos, em comparação, por exemplo, com a velhinha tecnologia de vácuo (ver Artigos Relacionados).


Os Digimod utilizam uma frequência de funcionamento PWM fixa que, apesar ser mais elevada que a da concorrência, ainda assim produz RFI. O meu teste do algodão, um rádio Tivoli One, não engana (ver Artigos Relacionados). Honra seja feita aos engenheiros da PowerSoft, a interferência só se verifica se colocar o Tivoli mesmo em cima do Intuition.


A principal vantagem dos Digimod é a aplicação de software de processamento DSP (a palete digital SigmaStudio, da Audio Devices, neste caso, o “Sig”, no meio de Digimaster), que permite “afinar a gosto” o amplificador, por meio de poderosos algoritmos, atribuindo ao som as “características” desejadas!


O Intuition soa assim como um bom e poderoso amplificador de Classe A/B, e não como um amplificador de Classe D tradicional.


Eis em resumo os ingredientes da receita desta iguaria digital:


Delta-SigMaster FIR 1 200, algoritmo de sobreamostragem para 32-bit/ 1.536MHz


DAC Sabre ESS 9018 Sabre


Jitter: 1pS RMS


Módulo PowerSoft Digimod estéreo


350W + 350W  4 Ohm (1%THD EIAJ) 
190W + 190W  8 Ohm (1%THD EIAJ)


Distorção: < 0,005% (THD, DIM, SMPTE)


Fonte de alimentação PFC (Power Factor Correction) 


Com este elevado poder de computação disponível, o Intuition apresenta algumas características raras, em especial via USB:


192kHz/24 bit de resolução via entradas digitais: Coaxial, Óptica (Toslink) e AES/EBU


384kHz/32 bit de resolução via USB


DSD nativo via USB


Nota: as entradas D-Link são para utilização futura

A entrada USB é compatível com DSD nativo

A entrada USB é compatível com DSD nativo

DSD 128 nativo via USB c/ protocolo DoP

DSD 128 nativo via USB c/ protocolo DoP

O tempo e o modo


O algoritmo de conversão Digimaster, da Wadia, sempre se preocupou mais com a resposta temporal do que com a resposta em frequência. A Wadia, que foi a primeira a revelar os efeitos nefastos do jitter, que também tem tudo a  ver com “o tempo certo”, desde sempre exibiu nos testes laboratoriais uma resposta ao impulso optimizada no tempo, isto é, sem pre e post eco (ringing/ripple).


Em contrapartida, no domínio da frequência, a filtragem é do tipo linear, Butterworth/brickwall e, atingido o limite de Nyquist (resposta em frequência=1/2 da frequência de amostragem), cai rapidamente (como se batesse numa parede, daí a designação brickwall): -3dB aos 20kHz, -6dB aos 48kHz e -12dB aos 70kHz.


A Wadia considera que o ouvido humano é muito mais sensível à amplitude e ao tempo que à frequência, e fisiologicamente tem toda a razão. Ninguém ouve coisa nenhuma acima de 20kHz (e já estou a ser simpático), mas um desvio temporal é facilmente detectado, e pode estar relacionado com o ringing excessivo da resposta a um impulso: uma ondulação (ripple) visível no osciloscópio, que se forma antes e depois do pico, só antes ou só depois, dependendo do tipo de filtro digital; e que pode ser ouvida como eco analógico, resultando em coloração. 


Deixar cozer em lume brando


A proverbial dureza da gama média e o agudo granulado da Classe D só desaparece após alguns dias de utilização. O ideal é mesmo deixá-lo ligado nos primeiros dias (consome pouca energia), se pretende ouvir música com frequência. Depois, basta ligá-lo meia hora antes das audições sérias.


O grave é sólido e articulado e a potência disponível mais que suficiente para qualquer utilização racional. Nunca senti necessidade de lhe exigir a máxima potência possível, e nenhum pico ficou por escalar, nenhum vale por explorar, nenhum rio musical por atravessar, nenhuma água da fonte transparente por beber.


Terminada a cozedura, o som resultante da parceria com as Quad 2912 não tem paralelo com nenhum outro amplificador de Classe D, que ouvi até hoje (e foram muitos), incluindo o NAD M2. Eu diria que o Wadia está ao nível dos módulos Ncore, de Bruno Putzeys (utilizados nos Mola Mola), isto, claro, considerando que o Devialet é um amplificador híbrido de Classe A com um booster de Classe D, pelo que está numa categoria própria.


Primeira conclusão: enquanto amplificador, o Wadia Intuition faz parte da elite restrita do actual estado da arte em Classe D.

Intuition 01 - painel posterior

Intuition 01 - painel posterior

Ingrediente a ingrediente


Dispondo ao meu serviço de um leitor-Universal Oppo BDP93, iniciei o prólogo pelas entradas digitais convencionais: coaxial e Toslink (o Oppo não tem saída AES/EBU). Do mesmo modo que o Intuition converte este mundo e o outro, o Oppo “lê” tudo e mais alguma coisa e fornece sinal digital PCM até ao limite de 192kHz/24 bit.

Não há muitos discos ópticos no mercado com resolução tão elevada, mas eu disponho de alguns na minha colecção, pelo que me foi possível subir gradualmente na escala, desde os 44,1kHz dos CD convencionais; aos 96 kHz dos defuntos SuperAudioDisc da Chesky, até aos mais recentes HR da Reference Recordings a 176,4kHz; e, lá bem no topo, os 192kHz/24-bit dos Blu-Ray da 2L Nordic Sound.


O Wadia Intuition processa internamente o sinal, que se mantém sempre sob formato digital, e “upsampla” tudo para 32-bit/1,536MHz, pelo que as diferenças estão lá, mas tendem a esbater-se, e dependem mais da qualidade musical do registo original que da frequência de amostragem. Tal como acontece com a imagem, quanto mais linhas melhor, sem dúvida, mas nem sempre o esplendor do 4K bate um bom filme a preto-e-branco. O conteúdo é mais importante que a forma...


Aliás, nestas coisas, a música, em si, é determinante, e eu prefiro ouvir Doug McLeod a 44,1kHz que uma sueca a tocar arpa a 192kHz/24 bit, por muito bom que seja o som.


Há outros conversores no mercado com esta capacidade, da Chord, da dCS, da Esoteric, da Emm, só para dar alguns exemplos, cuja qualidade não se fica nada atrás do Wadia, bem pelo contrário.


Segunda conclusão: via cabo coaxial (RCA) e Toslink, o Wadia Intuition é muito bom, mas não é excepcional, no sentido de se posicionar claramente “head and shoulders above the rest”.


Nota: admito que o resultado pudesse ser outro com um transporte de melhor qualidade.

O sal analógico


O Wadia Intuition dispõe ainda de entradas analógicas (RCA), reconvertendo o sinal para digital antes de o amplificar.

Assim, já que estava com a mão na massa, aproveitei para ligar as saídas analógicas do Oppo via cabos Black Sat (RCA). Deste modo, e utilizando os mesmos discos, o sinal analógico que chega ao Intuition é (re)convertido para digital. Apesar disso, não notei grandes perdas em relação ao sinal digital directo, o que só abona em favor do circuito de conversão A/D.

Intuition 01: pormenor da oferta de ligações digitais e analógicas

Intuition 01: pormenor da oferta de ligações digitais e analógicas

Esta é, contudo, uma funcionalidade que não creio que venha a ser muito utilizada, pois se é possível amplificar directamente o sinal, mantendo a sua pureza digital, para quê introduzir distorção analógica e jitter correlativo no processo de conversão A/D-D/A? Claro que é sempre bom saber que deste modo pode também ligar um andar Phono ao Intuition, por exemplo...


Mas havia uma inesperada (!), eu diria mesmo surpreendente, diferença entre a ligação digital coaxial/óptica e a ligação analógica. Com esta última, os canais estavam invertidos (?). Não me refiro à fase, mas à troca entre canais. Mais tarde, verifiquei que o mesmo se verificava também via USB.


Resolvi o problema com facilidade: bastou inverter as ligações dos cabos de coluna nos canais Right/Left. A propósito: o Wadia não utiliza os habituais bornes de ligação, mas fichas especiais que aceitam bananas exclusivas (!).


Nota: Alberto Silva mandou-me um par de cabos Audioquest Castle Rock Signature FR BTA(com “massa” activa) já com as terminações em banana especial.

Os terminais das colunas utilizam fichas especiais para banana

Os terminais das colunas utilizam fichas especiais para banana

Numa rápida troca de emails com Joseph Szall (da Wadia), sob os auspícios de João Cancela (Esotérico), fui informado que esta “anomalia”, circunscrita às primeiras unidades, corrige-se facilmente via download de uma simples software update (a vantagem de ser digital).


Terceira conclusão: a compatibilidade analógica deve ser considerada como um extra que, sendo bem-vindo, não é uma função essencial, nem o objectivo fundamental de quem compra um Intuition.

O caldo demora a ferver


Antes do grande banquete da USB, convém chamar a atenção para outra idiossincrasia do Wadia Intuition 01: o controlo de volume.


A 'concha' tem leds que se iluminam sob o manto diáfano de uma sensual “meia-de-vidro” preta, uma opção de design, talvez para dar algum mistério e discrição à iluminação do painel, tornando-a mais difusa. Por baixo de cada um dos 4 led’s laterais azuis, tem 4 pequenos botões correspondentes, que controlam o volume e as entradas (à noite os led’s dão imenso jeito, pois é Intuit..ivo onde se deve carregar).


 

Os leds do visor estão protegidos por uma 'meia-de-vidro' negra

Os leds do visor estão protegidos por uma 'meia-de-vidro' negra

O Intuition é comandado à distância por uma miniatura de si próprio, um “Mini Me” (lembram-se de Austin Powers?), com o botão central maior para Mute e setas verticais para a selecção de fontes e horizontais para o volume.

O controlo remoto do Intuition é uma miniatura do próprio

O controlo remoto do Intuition é uma miniatura do próprio

Regra geral, por mera precaução, gosto de partir do volume zero e subir devagar, não vá o diabo tecê-las e “lixar” um par de preciosas Quad 2912. Fui subindo, subindo e nada! Já ia no 40, e ainda nada. Até que, a partir de 60, comecei a ouvir o primeiro vagido. Uff, afinal está vivo! Cedo verifiquei que com as Quad a zona de conforto se situava entre os 70 e os 80.

Também concluí que o Intuition quanto mais alto melhor soa! O ideal seria mesmo 100. Portanto, este é um dos casos em que as colunas de baixa sensibilidade, como as Quad, são um bom casamento de conveniência.


Joseph Szall confirmou por email que, ao contrário da inversão de canais, esta opção era propositada. Os controlos de volume digitais funcionam reduzindo bits. O Intuition parte dos 32 bit, pelo que nunca se corre os risco de afectar a resolução de 24 bit.Tornar utilizável apenas a segunda metade do percurso é uma garantia extra. Ainda que quem ouve música com colunas de corneta de alta sensibilidade goste de saber que é possível ouvi-las também com o volume no sector  0-50, sem o perigo de ficar com elas no colo...


A cereja no bolo


E eis-nos, finalmente, chegados à sobremesa, a cereja no topo do bolo: a performance USB do Wadia Intuition. Que se pautou facilmente como a melhor e tecnologicamente mais avançada que jamais ouvi em condições de teste controlado por mim, com recurso a um computador portátil e com ligação por meio de cabo USB vulgar e barato (já viu o que se poupa só em interconnects?).

O Intuition aceitou e reproduziu na perfeição toda a minha colecção de ficheiros digitais WAV, FLAC, aiff e dff de alta resolução, com frequências de amostragem entre os 44,1kHz e os 352,8kHz, DSD64, DSD128 nativo e DSX/PC; e transformou ainda o meu modesto PC Asus de 1 200 euros num super leitor CD/DVD de 5 000 euros. Até os CDs lidos na drive do PC soam melhor via USB. Só por isso o Intuition vale bem o que custa. E ainda por cima é bonito. Salvé, Livio!


Com ficheiros DSX, via USB o som do Intuition 01 é grande, poderoso, amplo, cheio, natural, rápido e detalhado, tem densidade, substância e peso específico. A imagem é estável e tridimensional. O patamar dinâmico mergulha na escuridão do silêncio e os picos sobem acima das nuvens em direcção em sol, que ilumina tudo, da boca do palco aos bastidores da sala de concertos e do estúdio de mistura.


Tal como na vida política, ninguem consegue agradar a gregos e troianos, e haverá no futuro próximo quem o acuse de não ter, no curriculum vitae, uma disciplina de amplificação com o requinte harmónico (sobretudo no agudo) dos melhores exemplares a válvulas; ou a pose de estado (sólido) da Classe A. Mas ninguém no reino da Classe D vai poder negar que soa como um príncipe da Classe A/B.


O caminho das pedrinhas


Atenção: para chegar lá acima ao cume digital, é preciso conhecer o caminho das pedrinhas. Se tem um Mac, tem também a vida facilitada. Se tem um PC, precisa primeiro de descarregar o driver do site da Wadia. Depois, é só seguir os passos habituais no Control Panel, Hardware and Sound, Manage Audio Devices, seleccionar o Wadia Intuition como default, Sounds -No sounds, Advanced, Studio Quality, Exclusive Mode (clique ambas as janelas). Enfim, hoje para ser audiófilo é quase preciso tirar um curso de informática...


Uff, a primeira parte já está. Falta o mais importante: comprar na net um Media Player compatível com PC e com todos os formatos e frequências de amostragem. Há vários gratuitos, mas o melhor é, de caras, o J.River, que é barato e se rege pelo lema: laissez faire, laissez passer. E deixa passar tudo, incluindo DSD128 nativo!...


A configuração do Media Player exige alguma leitura prévia do manual do J.River. Com sinal PCM, é relativamente simples, desde que opte por Wasapi (o Wadia não é compatível com Asio). Com DSD nativo (64 e 128), ainda andei às aranhas, até descobrir que tem que se 'engatar”, no DSP Output, o modo bitstreaming e optar pelo protocolo DoP V 1.1.


 

DXD e DSD convertido para PCM 352,8kHz via USB

DXD e DSD convertido para PCM 352,8kHz via USB

Acontece que o J. River toca melhor tudo o que é PCM sem o modo bistreaming 'engatado'. Daí talvez que eu tenha preferido ouvir DSD convertido para PCM, e sobretudo DSX/PCM 352,8kHz. Nesta configuração, tanto DSD64 como DSD128 (705,6kHz) são reproduzidos a 352,8kHz.


Nota: como é óbvio, a qualidade de som dos videos só marginalmente reproduz a qualidade do original, pois para ser publicado na internet é processado a 320kbps, quando algumas das faixas atingem a 352,8kHz um débito superior a 16 000 Kbps!!


Há poucos DACs no mercado capazes de atingir os píncaros do actual Audio HD, nomeadamente DSX e DSD nativo (protocolo Dop V1.1). O dCS Vivaldi é um deles, mas custa dez vezes mais.


E o Wadia Intuition 01 consegue fazer isto tudo via USB 2.0, a partir de um portátil e com ficheiros armazenados numa simples pendrive! Talvez o Auralic Vega seja actualmente o único concorrente viável (enquanto DAC, atenção, porque o Vega não é também um amplificador como o Intuition).


O Chord QBD76 HDSD tem uma ligação USB HD própria; e o Lumix, por exemplo, obriga à utilização de um NAS. O excelente Devialet, que também é amplificador, tinha o HDMI inactivo(as novas versões 110, 170 e 240 substituiram HDMI por USB) e optou por AIR Streaming a 192 kHz, um recorde na categoria, apesar de tudo.


Quarta e última conclusão: a performance via USB do Wadia Intuition 01 é a melhor que já testei em condições de teste controlado por mim. O facto de ser também um Power DAC, que pode ser ligado directamente a um par de colunas, e não precisar de mais que um PC portátil como fonte de áudio HD, tem a importância fundamental do mascarpone e do chocolate na receita do tiramisu. De comer e chorar por mais...


Distribuidor: Esotérico


Preço: 7 500 euros

Livio Cuccuza, designer of the Intuition, in a superb photo by Matteo Mescalchin

Wadia Intuition 01, uma obra de arte moderna

O Wadia Intuition apresenta-se pelo nome quando se liga (power on)

A entrada USB é compatível com DSD nativo

DSD 128 nativo via USB c/ protocolo DoP

Intuition 01 - painel posterior

Intuition 01: pormenor da oferta de ligações digitais e analógicas

Os terminais das colunas utilizam fichas especiais para banana

Os leds do visor estão protegidos por uma 'meia-de-vidro' negra

O controlo remoto do Intuition é uma miniatura do próprio

DXD e DSD convertido para PCM 352,8kHz via USB