2005

Ces 2005: Restos De Colecção - Parte 2: Gryphon Vs Von Schweikert



A Gryphon e a Von Schweikert apresentaram-se em salas contíguas de boas dimensões e com razoáveis condições acústicas.


Sala da Gryphon no St. Tropez


A Gryphon não fez a coisa por menos e o próprio Flemming Rasmussen trouxe consigo as Poseidon alimentadas por artilharia Antileon Signature: um projecto que demorou 20 anos a construir e que foi apresentado como sendo «as melhores colunas de som do mundo»: em fase a todas as frequências, com graves poderosos e sintonizados e altifalantes «cutting edge», isto segundo o press-release.
Gryphon Poseidon


Ora para estes ouvidos que a terra há-de comer a expressão «cutting edge» ganhou um novo significado: som frio e cortante de lâmina de patim de gelo. Ainda pensei: deve ter sido da diferença de pressão durante o voo, ou do jet-lag. Mas não era.
Sala da Von Schweikert no St Tropez


Logo ao lado, a Von Schweikert, exibia numa sala idêntica (para o mesmo casal de velhotes que encontrei lá em anos anteriores!, se calhar têm acções da empresa...) as VR-9SE com amplificação DarTZeel, e o som era excelente. Embora não atingisse o nível de anos anteriores, com as VR-11SE (que se vêem também na foto) e amplificação a válvulas VAC.
Von Schweikert VR9SE c/ amplificação DarTZeel


Estava anunciada ainda a participação dos Consonance Cyber 211 SET Class A, mas como o casal de velhotes nunca mais se despachava, e eu tinha mais que fazer, fica para a próxima.



Apesar de os darTZeel (de novo a presunção de perfeição) não seram «my cup of tea», a Von Schweikert ganhou «hands down». Pelo que para mim Poseidon pode continuar no fundo do mar for all I care.


Claro que a única coisa definitiva na vida é a morte, e ainda vou ter de engolir algum sapo. Talvez se o Poseidon para a próxima me enviar uma sereia...