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ULTIMATE AUDIO ELITE NA ERA DO GRIFO

Flemming Rasmussen, o pai da Gryphon

A aposta forte na Gryphon está patente na profusão de adereços com o logotipo da marca na loja de Benfica. O decalque a ouro nas portas de vidro da entrada é o primeiro sinal que estamos a entrar no território do grifo.


O grifo é um animal mitológico, com corpo de leão e cabeça e asas de águia, que pretende transmitir simultaneamente a ideia de força e graciosidade, que Rasmussen e a sua equipa técnica tentam incutir na performance de todos os produtos áudio.

Eu e Flemming Rasmussen, que conheço há muitos anos, temos algo em comum: ambos partimos da Arte para a Técnica, inicialmente com espírito lúdico, de puro hobby, exercendo embora uma profissão diversa, e acabámos por nos dedicar ao áudio a tempo inteiro, sempre com o objectivo de encontrar, na análise do som reproduzido por meios electrónicos, respostas racionais para explicar emoções artísticas, que continuam afinal a ser a verdadeira – e única -razão de ser da audiofilia, numa tentativa, quantas vezes vã, de associar causa e efeito.


Em última análise, hoje como ontem, estamos mais preocupados com o efeito de prazer auditivo do que a causa que lhe está na origem.

Auditório principal: amplificação Gryphon Collosseum e colunas Rockport Avior

Auditório principal: amplificação Gryphon Collosseum e colunas Rockport Avior

A Gryphon dá grande importância à ambiência e ao palco sonoro, e isso foi evidente em algumas das audições que fiz no auditório principal, com os “colossais” amplificadores Collosseum, no modo de polarização máxima em Classe A (ficam bem quentinhos...), alimentando as colunas Rockport Avior.

Gryphon integral (leitor-CD Mikado, amplificador integrado Diablo e colunas Atlantis)

Gryphon integral (leitor-CD Mikado, amplificador integrado Diablo e colunas Atlantis)

Nesta reportagem, os leitores têm assim a oportunidade única de me acompanhar na visita para conhecer as novidades (que não são só da Gryphon...); e nas audições, tanto de sistemas mistos (Emm, Gryphon, Rockport), no auditório principal, como do sistema Gryphon integral (leitor-CD Mikado, amplificador integrado Diablo e colunas Atlantis), instalado na área comum de exposição, que puderam apreciar também em VideoHD (captação de som live).

Experimentá-lo é melhor que julgá-lo, mas julgue-o (com base nos videos) quem não pode experimentá-lo...

Fica ainda nesta reportagem o testemunho pugente e humano de que a vida de audiófilo, especialmente quando é exercida como profissão, não é só ouvir boa música a partir de sistemas highend. Há muito trabalho envolvido. Para ouvir o piano, é preciso, hélas, carregá-lo também, como prova o video que publicamos abaixo da azáfama quotidiana, na loja da Ultimate Audio Elite, no qual Jorge Gaspar e Rui Calado protagonizam ao vivo e a cores a nobre arte de montar caixotes em toda a sala...

HIFICLUBE  agradece a Miguel Carvalho a simpatia pessoal e o profissionalismo com que, durante cerca de duas horas, demonstrou os diversos equipamentos highend  ao “paciente do áudio” JVH, logo ele que é médico, pelo que JVH não poderia estar em melhor companhia. É que, sendo a audiofilia por muitos considerada uma doença incurável, nada melhor para estabilizar o “doente” que tomar esta medicação todos os dias. Só é pena não ser comparticipada pelo Serviço Nacional da Música...

Flemming Rasmussen, o pai da Gryphon

Auditório principal: amplificação Gryphon Collosseum e colunas Rockport Avior

Gryphon integral (leitor-CD Mikado, amplificador integrado Diablo e colunas Atlantis)