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Highend 2018 Munique - a selecção nacional - parte 1 - Imacústica

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Numa iniciativa conjunta Hificlube/Imacústica apresentamos um vasto portfolio exclusivo de imagens de (quase) todos os produtos expostos e demonstrados no Highend 2018 que são distribuídos pela Imacústica em Portugal, incluindo um slideshow integral, fotos das novidades e salas com comentários sobre o desempenho dos sistemas associados e vídeos com som directo das demonstrações.

Nota: em alguns casos, as marcas estão associadas com outras distribuídas em Portugal por empresas diferentes.

Abrimos com um vídeo do 'showroom' da Audio Reference, que distribui na Alemanha muitas das marcas da Imacústica, nomeadamente: Audio Research, Dan D'Agostino, EAT, Krell, Sonus faber, Sumiko, etc.

Slideshow com fotos legendadas de todas as marcas e novos modelos

Nota: ver em HD full screen

As novidades da Imacústica de A a Z

Audio research Reference 160M. Não é propriamente novidade. Pelo menos à vista. Porque não lhe consegui pôr os ouvidos em cima. Vou ter que fazer reserva na Imacústica... Válvulas 6H30 e KT150, auto-bias e funcionamento comutável ultralinear/tríodo. O fantasma da agulha do indicador de potência parece dançar dentro do vidro. Fantasmagórico, sem dúvida...

Audio research Reference 160M. Não é propriamente novidade. Pelo menos à vista. Porque não lhe consegui pôr os ouvidos em cima. Vou ter que fazer reserva na Imacústica... Válvulas 6H30 e KT150, auto-bias e funcionamento comutável ultralinear/tríodo. O fantasma da agulha do indicador de potência parece dançar dentro do vidro. Fantasmagórico, sem dúvida...

D’ Agostino Relentless. Não resisto a voltar aqui ao que terá sido a principal atracção do Highend 2018. São 250 quilos de amplificador! Ou seja, um dólar por grama, o que traduzido para euros deve andar pelos 350 mil. O par!, vá lá, vá lá... É o que vai ter de pagar para ter 1500W/8, 3000/4 e 6000/2. Sim, leu bem: 12 000W/1 se o seu sistema eléctrico aguentar o barco. Só no vídeo acima se fica com uma ideia das dimensões deste 'monstro'

D’ Agostino Relentless. Não resisto a voltar aqui ao que terá sido a principal atracção do Highend 2018. São 250 quilos de amplificador! Ou seja, um dólar por grama, o que traduzido para euros deve andar pelos 350 mil. O par!, vá lá, vá lá... É o que vai ter de pagar para ter 1500W/8, 3000/4 e 6000/2. Sim, leu bem: 12 000W/1 se o seu sistema eléctrico aguentar o barco. Só no vídeo acima se fica com uma ideia das dimensões deste 'monstro'

Copland CTA 408, amplificador integrado a válvulas

Copland CTA 408, amplificador integrado a válvulas

Copland CTA 405A, amplificador integrado a válvulas

Copland CTA 405A, amplificador integrado a válvulas

EAT Reference, a Pro-Ject ‘deluxe’, é assim uma espécie da Lexus da Toyota . Aqui na versão em verde lacado com pele branca e a nova célula  EAT JO Nº5

EAT Reference, a Pro-Ject ‘deluxe’, é assim uma espécie da Lexus da Toyota . Aqui na versão em verde lacado com pele branca e a nova célula EAT JO Nº5

EAT Reference en negro e pele castanha

EAT Reference en negro e pele castanha

A Hifiman exibiu (e demonstrou) os novos planarmagnéticos Ananda, de alta eficiência e baixa impedância (15Ohms).

A Hifiman exibiu (e demonstrou) os novos planarmagnéticos Ananda, de alta eficiência e baixa impedância (15Ohms).

SME Synergy é o resultado de um esforço conjunto da SME, Nagra, Ortofon e Crystal Cable. Fácil de montar, fácil de afinar.

SME Synergy é o resultado de um esforço conjunto da SME, Nagra, Ortofon e Crystal Cable. Fácil de montar, fácil de afinar.

Sonus faber Sonetto Collection: são oito modelos que cobrem todas as necessidades e são acessíveis a todas as bolsas, sendo que a mais cara Sonetto 8 (em branco à esquerda na foto) deve vir a custar cerca de 6.000 euros, enquanto o modelo mais pequeno se deve ficar pelos 1 500 euros. Razoável, portanto, para uma Sonus faber.

Sonus faber Sonetto Collection: são oito modelos que cobrem todas as necessidades e são acessíveis a todas as bolsas, sendo que a mais cara Sonetto 8 (em branco à esquerda na foto) deve vir a custar cerca de 6.000 euros, enquanto o modelo mais pequeno se deve ficar pelos 1 500 euros. Razoável, portanto, para uma Sonus faber.

Sonus faber Sonetto 8

Sonus faber Sonetto 8

TECH Das Air Force One Premium

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TECH Das Air Force III Premium

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TECH Das Air Force Two

TECH Das Air Force Two

A Imacústica no Highend 2018 de Munique: o som dos sistemas comentado por JVH

Constellation Audio/Wilson Alexia II, talvez o menos conseguido dos espectáculos que a Alexia II deu no M.O.C. Talvez porque Irv caiu na asneira de aceitar discos pedidos, e há alemães que andam com os Dire Straits no bolso, porque com um par de Centaur II 500 a apoiá-las nunca podiam tocar mal, como poderão comprovar nos vídeos  publicados abaixo com som directo

Constellation Audio/Wilson Alexia II, talvez o menos conseguido dos espectáculos que a Alexia II deu no M.O.C. Talvez porque Irv caiu na asneira de aceitar discos pedidos, e há alemães que andam com os Dire Straits no bolso, porque com um par de Centaur II 500 a apoiá-las nunca podiam tocar mal, como poderão comprovar nos vídeos publicados abaixo com som directo

dCS Rossini SACD/CD transporte/DAC e ‘Clock’, com amplificação D’Agostino Momentum stereo e colunas Wilson Audio Alexia II. O melhor som que ouvi no M.O.C. – se não mesmo o melhor que já ouvi das Alexia II, o que prova a importância da música que se toca. Quando entrei, o som já era muito bom. Mas quando disse que vinha a convite de Peter McGrath para ouvir um comparativo non-MQA/MQA de uma matriz digital gravada pelo próprio McGrath e codificada em MQA por Bob Stuart, ouvi um dos melhores sons de piano no Highend Show. E se dúvidas houvesse de que o MQA, em condições ideais, melhora o som, basta ouvir o registo ao vivo que fiz na altura. Nota: os registos áudio digitais com som directo serão publicados na Parte 10: ‘Audições’

dCS Rossini SACD/CD transporte/DAC e ‘Clock’, com amplificação D’Agostino Momentum stereo e colunas Wilson Audio Alexia II. O melhor som que ouvi no M.O.C. – se não mesmo o melhor que já ouvi das Alexia II, o que prova a importância da música que se toca. Quando entrei, o som já era muito bom. Mas quando disse que vinha a convite de Peter McGrath para ouvir um comparativo non-MQA/MQA de uma matriz digital gravada pelo próprio McGrath e codificada em MQA por Bob Stuart, ouvi um dos melhores sons de piano no Highend Show. E se dúvidas houvesse de que o MQA, em condições ideais, melhora o som, basta ouvir o registo ao vivo que fiz na altura. Nota: os registos áudio digitais com som directo serão publicados na Parte 10: ‘Audições’

Magico M6 com amplificação Soulution. Demasiado poder de fogo (no grave) para uma sala que vibrava e tinha um som próprio. É o problema das 'avaliações' em condições de audição precária.Mas, no Domingo, o som estava já no ponto, na medida em que isso é possível no MOC (Alon fez algumas afinações), como se prova pela audição do vídeo com som directo, cujo baixo é tenso, intenso e extenso.

Magico M6 com amplificação Soulution. Demasiado poder de fogo (no grave) para uma sala que vibrava e tinha um som próprio. É o problema das 'avaliações' em condições de audição precária.Mas, no Domingo, o som estava já no ponto, na medida em que isso é possível no MOC (Alon fez algumas afinações), como se prova pela audição do vídeo com som directo, cujo baixo é tenso, intenso e extenso.

Metronome Kalista. Sou um fã incondicional da electrónica digital da Metronome, mas as colunas Kalista já não me convencem tanto. Falta-lhes alguma transparência e resolução. Frank Sinatra parecia que estava a cantar atrás de um cobertor. E é pena, porque tudo o resto é o verdadeiro estado-da-arte digital. E eu sei, porque é uma das minhas electrónicas favoritas sempre que faço audições na Imacústica. Talvez não seja por acaso que a Kalista não faz parte do espólio da Imacústica, ao contrário de toda a gama de equipamentos digitais…

Metronome Kalista. Sou um fã incondicional da electrónica digital da Metronome, mas as colunas Kalista já não me convencem tanto. Falta-lhes alguma transparência e resolução. Frank Sinatra parecia que estava a cantar atrás de um cobertor. E é pena, porque tudo o resto é o verdadeiro estado-da-arte digital. E eu sei, porque é uma das minhas electrónicas favoritas sempre que faço audições na Imacústica. Talvez não seja por acaso que a Kalista não faz parte do espólio da Imacústica, ao contrário de toda a gama de equipamentos digitais…

Metronome Kalista Dream Play One

Metronome Kalista Dream Play One

Metronome Kalista Dream Play Stream

Metronome Kalista Dream Play Stream

Metronome AQWO Converter/SACD-CD Player

Metronome AQWO Converter/SACD-CD Player

Martin Logan com amplificação Anthem e fonte emm labs. Perfeita a sintonia com a sala apesar do 'cheirinho' dos subs Balanced Froce 210. Muito transparente. Muito musical. Uma excelente performance a todos os níveis.

Martin Logan com amplificação Anthem e fonte emm labs. Perfeita a sintonia com a sala apesar do 'cheirinho' dos subs Balanced Froce 210. Muito transparente. Muito musical. Uma excelente performance a todos os níveis.

Siltech/Crystal Cable Minimisso Diamond. Pergunto: como é que uma coisa tão pequena toca tão bem? O tipo de sistema que se pode ouvir horas e ao mesmo tempo funciona como uma lupa transparente que nos permite analisar a música em todos os seus pormenores. Um pequeno sistema, um grande som.

Siltech/Crystal Cable Minimisso Diamond. Pergunto: como é que uma coisa tão pequena toca tão bem? O tipo de sistema que se pode ouvir horas e ao mesmo tempo funciona como uma lupa transparente que nos permite analisar a música em todos os seus pormenores. Um pequeno sistema, um grande som.

A Imacústica no Highend 2018 de Munique: o som 'ao vivo' dos sistemas com marcas distribuídas pela Imacústica

Nota de audição: a legenda do vídeo está errada. O que se ouve no vídeo é um excerto de uma gravação ao vivo de Peter McGrath, primeiro no original; e depois com codificação MQA. A diferença é óbvia mesmo no You Tube: o piano tem mais corpo, mais ataque e maior sustentação natural das notas (decay). Aconselha-se a audição com um bom DAC e um par de auscultadores Hifiman. Importante: suba um pouco o volume, pois o registo foi captado a um nível mais baixo que a média.

Para ler a reportagem integral do Highend 2018 em 13 Partes clique AQUI.

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Audio research Reference 160M. Não é propriamente novidade. Pelo menos à vista. Porque não lhe consegui pôr os ouvidos em cima. Vou ter que fazer reserva na Imacústica... Válvulas 6H30 e KT150, auto-bias e funcionamento comutável ultralinear/tríodo. O fantasma da agulha do indicador de potência parece dançar dentro do vidro. Fantasmagórico, sem dúvida...

D’ Agostino Relentless. Não resisto a voltar aqui ao que terá sido a principal atracção do Highend 2018. São 250 quilos de amplificador! Ou seja, um dólar por grama, o que traduzido para euros deve andar pelos 350 mil. O par!, vá lá, vá lá... É o que vai ter de pagar para ter 1500W/8, 3000/4 e 6000/2. Sim, leu bem: 12 000W/1 se o seu sistema eléctrico aguentar o barco. Só no vídeo acima se fica com uma ideia das dimensões deste 'monstro'

Copland CTA 408, amplificador integrado a válvulas

Copland CTA 405A, amplificador integrado a válvulas

EAT Reference, a Pro-Ject ‘deluxe’, é assim uma espécie da Lexus da Toyota . Aqui na versão em verde lacado com pele branca e a nova célula EAT JO Nº5

EAT Reference en negro e pele castanha

A Hifiman exibiu (e demonstrou) os novos planarmagnéticos Ananda, de alta eficiência e baixa impedância (15Ohms).

SME Synergy é o resultado de um esforço conjunto da SME, Nagra, Ortofon e Crystal Cable. Fácil de montar, fácil de afinar.

Sonus faber Sonetto Collection: são oito modelos que cobrem todas as necessidades e são acessíveis a todas as bolsas, sendo que a mais cara Sonetto 8 (em branco à esquerda na foto) deve vir a custar cerca de 6.000 euros, enquanto o modelo mais pequeno se deve ficar pelos 1 500 euros. Razoável, portanto, para uma Sonus faber.

Sonus faber Sonetto 8

TECH Das Air Force One Premium

TECH Das Air Force III Premium

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Constellation Audio/Wilson Alexia II, talvez o menos conseguido dos espectáculos que a Alexia II deu no M.O.C. Talvez porque Irv caiu na asneira de aceitar discos pedidos, e há alemães que andam com os Dire Straits no bolso, porque com um par de Centaur II 500 a apoiá-las nunca podiam tocar mal, como poderão comprovar nos vídeos publicados abaixo com som directo

dCS Rossini SACD/CD transporte/DAC e ‘Clock’, com amplificação D’Agostino Momentum stereo e colunas Wilson Audio Alexia II. O melhor som que ouvi no M.O.C. – se não mesmo o melhor que já ouvi das Alexia II, o que prova a importância da música que se toca. Quando entrei, o som já era muito bom. Mas quando disse que vinha a convite de Peter McGrath para ouvir um comparativo non-MQA/MQA de uma matriz digital gravada pelo próprio McGrath e codificada em MQA por Bob Stuart, ouvi um dos melhores sons de piano no Highend Show. E se dúvidas houvesse de que o MQA, em condições ideais, melhora o som, basta ouvir o registo ao vivo que fiz na altura. Nota: os registos áudio digitais com som directo serão publicados na Parte 10: ‘Audições’

Magico M6 com amplificação Soulution. Demasiado poder de fogo (no grave) para uma sala que vibrava e tinha um som próprio. É o problema das 'avaliações' em condições de audição precária.Mas, no Domingo, o som estava já no ponto, na medida em que isso é possível no MOC (Alon fez algumas afinações), como se prova pela audição do vídeo com som directo, cujo baixo é tenso, intenso e extenso.

Metronome Kalista. Sou um fã incondicional da electrónica digital da Metronome, mas as colunas Kalista já não me convencem tanto. Falta-lhes alguma transparência e resolução. Frank Sinatra parecia que estava a cantar atrás de um cobertor. E é pena, porque tudo o resto é o verdadeiro estado-da-arte digital. E eu sei, porque é uma das minhas electrónicas favoritas sempre que faço audições na Imacústica. Talvez não seja por acaso que a Kalista não faz parte do espólio da Imacústica, ao contrário de toda a gama de equipamentos digitais…

Metronome Kalista Dream Play One

Metronome Kalista Dream Play Stream

Metronome AQWO Converter/SACD-CD Player

Martin Logan com amplificação Anthem e fonte emm labs. Perfeita a sintonia com a sala apesar do 'cheirinho' dos subs Balanced Froce 210. Muito transparente. Muito musical. Uma excelente performance a todos os níveis.

Siltech/Crystal Cable Minimisso Diamond. Pergunto: como é que uma coisa tão pequena toca tão bem? O tipo de sistema que se pode ouvir horas e ao mesmo tempo funciona como uma lupa transparente que nos permite analisar a música em todos os seus pormenores. Um pequeno sistema, um grande som.