2006

Ces 2006: Highlights 01



Comecemos então por alguns “destaques” sem aprofundar muito a questão: fotos e comentários sobre alguns produtos e o contexto em que foram apresentados ficam sempre bem para abrir o apetite. O problema é a selecção: porquê estes e não outros. As fotos respondem por si. E não se esqueçam que têm direitos de autor: se as reproduzir não se esqueça de informar onde as foi buscar. O Hificlube agradece a gentileza: é que isto dá muito trabalho, muita canseira - e despesa também...
Mas eu pelos meus leitores sou capaz de ir até ao fim do mundo. Que é a sensação com que se fica depois de andar 24 horas em bolandas até chegar a Las Vegas.


Normalmente, divulgo as novidades por categorias: leitores-CD, gira-discos, amplificadores, colunas, etc. Desta vez vou começar por um sortido misto para melhor satisfazer a vossa curiosidade. Voltarei a integrar estes produtos na respectiva categoria se assim se justificar.



Shanling A500/CD500 Reference, 20W em Classe A e duas Buur Brown 1704K por canal c/ upsampling. Onde vai parar a Shanling?



À falta de melhor a Audio Analogue chama-lhe Class A. É a primeira aposta da marca na Classe A pura: 54W bem quentinhos (e pesadinhos)!...



Audiolab recuperou o nome e a imagem: os Audiolab Q, P e M ressuscitaram na China e vão ter este aspecto bem nosso conhecido. Os preços são idênticos aos de há 10 anos atrás...



Uma nota de humor: uma manequim musical equipada com uma bolsa-rádio, sapatos amplificador e...mamas Gallo Diva. E tocavam bem!...



Eis um pormenor do colo de pomba da senhora. O que elas não fazem para aumentar o busto...



Eis finalmente o protótipo do anunciado leitor-Cd da Pathos. Parece-me mais “espacial” e menos “clássico” que os amplificadores. Estava a tocar bem mas talvez sofra ainda algumas alterações de pormenor. Vai chamar-se Endorphin, um químico neurológico que excita no cérebro a produção de dopamina que dá uma sensação de prazer prolongado...



Depois das B1 e K1, a Vivid deu à luz o bebé V1, que também funciona bem deitado como coluna central de um sistema AV.



No final do meu teste aos Prologue One escrevi: “Se isto é o Prologue, o que será o Epilogue?”. Por enquanto, ainda vamos no Dialogue One, que vai ter este aspecto. É basicamente o mesmo circuito do Prologue One, mas com comutação “triode”/”ultralinear” e controlo remoto.



No escuro, o prévio de referência McIntosh C1000 é de uma beleza fantasmagórica