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iFI Micro iDSD DAC: pouco maior que um telemóvel, tem resposta para todas as situações de conversão digital

Por vezes, JVH interroga-se se é “cronista de som” ou “repórter de guerra”, tendo assistido a tantas e tão duras batalhas, ao longo da sua carreira.


Nos anos setenta, foi a “Guerra dos Watts”: era o tempo do watt como sinónimo de bom som, os japoneses lançavam no mercado amplificadores de 100W a preços de combate, para fazer frente aos anémicos “soldados” europeus, enquanto a América se armava até aos dentes com cruzadores monofónicos de 200 e mais watts.


Nos anos oitenta, seguiu-se a “Guerra dos Amperes”: era preciso cada vez mais corrente para alimentar colunas insaciáveis como as Apogee, que comiam amplificadores ao pequeno-almoço.


Na última década, as poderosas multinacionais instituiram a “Guerra dos Decibéis”, também conhecida por “Noise War”, ao produzir discos ultracomprimidos e sem dinâmica, adaptados ao MP3 e à audição on the move, nos quais não há diferença entre o som mais alto e o mais baixo: é assim uma espécie de bomba de napalm atirada para cima do ouvinte, que derrete tudo, incluindo os tweeters e os... ouvidos.


Onde caía nunca mais deixava a erva musical crescer. A partir de hoje vão ser mais verdes as pastagens do MP3.


De facto, o mercado enfrenta agora a “Guerra dos Hertzs”, que não parece ter limites para a “carnificina” nas hostes dos DACs.

Quando se pensava que tinha sido atingida a órbita PCM máxima possível de 192kHz ela sobe para os 384kHz; e no planeta DSD, quem não consegue ir pelo menos até aos 5,6Mhz fica obsoleto de um dia para o outro, pois já há ficheiros áudio DXD e DSD com esta resolução disponíveis para download.


Mas eis que a “Jihad dos Hertzs” ameaça agora tomar de assalto o mercado com mísseis PCM 768kHz e DSD512= 22,4Mhz (8 x)!


Há quem veja isto como fanatismo audiófilo, pois não há – nem se prevê que venha a haver – nada registado com frequências de amostragem tão elevadas, num mundo onde o MP3 tenta meter o Arco da Música na rua da Betesga.


Acontece que se descobriu um antídoto para a guerra química com o agente MP3: basta “puxá-lo” para DSD512! Como? É isso que JVH lhe vai explicar em breve. E também como ouvir o streaming da Spotify a 32 bit-384kHz ou 2 x DSD!


Para “defender” os fanáticos do áudio-HD da morte súbita dos DACS por efeito de obsolescência radioactiva, a iFI, subsidiária da AMR, criou assim um “drone”, perdão, um DAC portátil, capaz de enfrentar todos os desafios do presente e do futuro:


iFI Octa SpeedDSD512/PCM768 iDSD DAC

iFI Micro iDSD DAC: tudo-e-mais-alguma-coisa-em-um

iFI Micro iDSD DAC: tudo-e-mais-alguma-coisa-em-um

Este “drone” Micro, pouco maior que dois maços de tabaco topo com topo, faz “coisas” incríveis que não estão ao alcance de muitos TopGun. E estamos a falar de um brinquedo que custa pouco mais de 500 euros, e não 30 000!


O iFI Micro iDSD DAC tem um irmão, o Nano, que ganhou este ano um Prémio EISA, apenas porque o Micro ainda não existia, e só tem um concorrente na sua área: o Chord Hugo, que custa mais do dobro e não voa tão alto nas especificações (PCM 384kHz e 2 x DSD via Dop), ainda que o som seja um pouco mais carnudo e orgânico.


Ambos funcionam com bateria de lítio recarregável e são também prévios com saída variável e amplificadores de auscultadores.


JVH tem vindo a explorar todas as potencialidades deste prodígio digital, e em breve publicará um relatório circunstanciado. Para já fica uma certeza: o “drone” da iFi já não voa de volta para a Esotérico, fica ao serviço da base aérea do Hificlube.


Continua: em breve saiba tudo sobre o iFI Octa SpeedDSD512/PCM768 iDSD DAC. JVH não lança “bombas” sem aviso prévio...


Para mais informações:



Parte 2/ Teste: iFI Micro iDSD DAC: O POLVO DIGITAL


 

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