2010

Nad M2: Luta De Classes



NAD Master Series M2, Munique 2009 

Tudo começou com um episódio engraçado. Foi no Highend Show 2009, em Munique. João Cancela ligou-me para o telemóvel, quando eu afinal estava ali a almoçar a dois metros de distância dele. Ou seja: uma comunicação, que podia ter sido feita directamente, levou o sinal a Lisboa e de volta a Munique. Era o prenúncio de algo que estava para ser anunciado.    


João Cancela pretendia convidar-me para a conferência de imprensa de apresentação do NAD M2, um amplificador digital revolucionário, que foi recentemente considerado por John Atkinson como, e cito, “um novo paradigma”. A conferência foi longa e chata, como só as conferências de imprensa podem ser, com direito a perguntas, mas sem direito a música. Uma espécie de missa de corpo presente.


Como sempre acontece também, o NAD M2 foi apresentado como sendo, e cito de novo, “The world’s most advanced amplifier”. Se considerarmos que estavamos no Highend Show, de Munique, onde se exibiam alguns dos melhores e mais caros amplificadores do mundo, foi uma afirmação no mínimo corajosa. Tive de esperar um ano para poder confirmar a validade desta afirmação.


Não sei se o M2 é o mais avançado do mundo, mas é, sem dúvida, um enorme avanço em relação a todos os amplificadores de Classe D, alguns deles excelentes, que ouvi até hoje. Em Las Vegas, fiquei como mixed feelings, agora no meu estúdio fiquei rendido às suas qualidades 'organolépticas'. 



D DE DIGITAL


NAD M2 ao vivo na CES 2010, Las Vegas
 

O NAD M2 é um dos raros amplificadores de Classe D no qual o “D” significa mesmo “Digital”, ao contrário da maior parte dos amplificadores do tipo “switching mode”(BelCanto, Halcro, Jeff Rowland, Nuforce, etc.) que utilizam um sinal digital de referência para comutar o estado (ligado/desligado) dos transístores do andar de potência, analógico na génese. Mas isto não basta para o tornar revolucionário, pois outros há, como o Millenium (Lyngdorf, TAC) e o Wadia Power DAC, que funcionam segundo o mesmo princípio.


Segundo a NAD, o que torna o M2 revolucionário é a tecnologia Direct Digital Feedback. E o que vem a ser isso? Socorramo-nos do press-release, que os leitores podem abrir na secção Media, na versão integral em pdf do original em inglês:


“O conceito de realimentação é tão simples quanto genial. Compara-se o sinal à saída de um amplificador com o sinal à entrada. Qualquer diferença é causada pela distorção do próprio amplificador. Inverte-se então a polaridade dessa “diferença” à saída e adiciona-se ao sinal original à entrada, cancelando-se assim a distorção”.


Mas que fazer quando o sinal de entrada é digital e não analógico? Faz-se aquilo que os economistas do mundo inteiro deviam ter feito para evitar a crise: antecipar os efeitos para eliminar as causas. A solução técnica patenteada sob a designação comercial DDFA, Direct Digital Feedback Arquitecture, foi desenvolvida durante 3 anos em cooperação com a britânica Diodes Zetex Semiconductors.


Gera-se um sinal correspondente ao erro, obtido por meio de comparação com uma referência pura, e converte-se para digital à frequência de 108Mhz antes de ser utilizado para correcção do sinal digital original. Para evitar a truncagem o processamento é feito com “palavras“ de 35-bit.


O controlo de volume digital com uma atenuação de 120dB(!) tira também partido da arquitectura de 35-bit para baixar o volume sem afectar a resolução do sinal.


O M2 tem 3 fontes de alimentação comutadas, uma por canal numa configuração dualmono, e a terceira independente para o andar de entrada e os circuitos lógicos. Isto e os enormes dissipadores explicam o peso pouco comum num amplificador de Classe D. 


   


Dissipadores, disse eu? É verdade. Esta é mais uma originalidade do M2: os 250W da Digital Power Drive são capazes de alimentar, com facilidade e controlo férreo do grave (factor de amortecimento : 2000 aos 50Hz!), colunas como as Wilson Sasha, que utilizei no teste, ao ponto de a minha única crítica às Sasha – a definição do grave – ter deixado de fazer sentido; e geram algum calor (sensação de morno ao toque), ao contrário da “fusão fria” da concorrência.


Outra função exclusiva é a proporcionada pela compensação digital da impedância que permite a “sintonia fina” da última oitava da coluna, utilizada de forma a obter uma resposta plana até aos 20kHz. Com as Sasha, obtive os melhores resultados com a compensação nos 2 Ohm (ligeiro arredondamento do agudo). Com 8 Ohm, o som torna-se mais agressivo. Mas a chacun son goût pelo que cada um faça as suas próprias experiências.


De resto, o M2 parece-se com qualquer outro amplificador da NAD Master Series. Tem entradas analógicas de linha simples e simétricas (balanceadas), com a diferença de os respectivos sinais serem previamente convertidos para digital por um ADC de elevada precisão (Multi-bit Delta/Sigma 24/214kHz), podendo seleccionar-se a frequência de conversão: 48kHz a 192kHz.


O sinais digitais puros são processados com a frequência original, fazendo-se a ligação por meio de cabo óptico ou convencional (coaxial/RCA; AES-EBU/XLR). O M2 não dispõe de entrada USB, que ainda não estava na moda quando começou a ser desenvolvido (mas já se justificava quando foi comercializado). Aposto que será o próximo upgrade. Enquanto isso não acontecer, compre um adaptador USB/SPDIF para poder ligar o seu computador ao M2.


Portanto, é preciso ter sempre em mente que o M2 é um amplificador digital, ou seja, aceita sinais analógicos, mas digitaliza-os antes de os amplificar. No fundo é um DAC de potência. Assim sendo, não tem (não devia ter) qualquer lógica converter o sinal dos CDs para analógico, transmitindo-o por meio de interconnects para o M2, onde vai ser reconvertido para digital, quando podemos mantê-lo na pureza digital da nascente até ao delta do andar de saída.


Optei, pois, pela ligação coaxial digital para o grosso das audições iniciais. Mantive, contudo, a ligação analógica estéreo RCA (o KI Pearl não tem saídas balanceadas) para poder fazer comparações A/B com comutação rápida por meio do controlo remoto.


Esta experiência só pode ser feita com CD. Não é possível (com o KI Pearl) sacar o sinal digital DSD dos SACD nem o M2 o aceitaria (PCM: de 32 a 192kHz). O aviso fica feito aos puristas e “ouvidos de ouro”: os sinais analógicos com origem em CD, SACD e, já agora, LP são todos sujeitos ao mesmo sistema de conversão e filtragem antes de serem amplificados. Isto não significa que soa tudo igual ao litro: a qualidade do original tem influência no resultado final.


 


No caso dos sinais digitais, o M2 detecta automaticamente a frequência e actua em conformidade. O CD, que utilizei como única fonte digital, não passa dos 44,1kHz, mas quem tem um Music Server, com downloads de alta resolução, pode aproveitar também com vantagem a “linha directa” até aos DACs de potência, mantendo o sinal digital na frequência original: 88, 2; 96; 176,4; 192 – tudo a 24-bit.


As funções de selecção da frequência de amostragem, da adaptação de impedância e da polaridade do sinal (Phase) não estão duplicadas no controlo remoto. Se as duas primeiras, uma vez seleccionadas, não fazem muita falta na ponta dos dedos a toda a hora, a possibilidade de inverter a fase do sinal, disco a disco, ou mesmo faixa faixa, a partir do ponto de escuta, faz-me bastante jeito. Para muitos, isto só se justifica quando se tem conhecimento de que a fonte inverte o sinal, como, aliás, é o caso do Chord DAC 64. Ora, como acontece o mesmo com o M2 (com fonte analógica), menos por menos dá mais. Com fonte digital directa, “Positivo” significa isso mesmo. Com outras fontes analógicas (que não invertam fase), opte por “Negativo” para obter um “Positivo”. Se ficou confuso, esqueça. Há quem defenda que, de qualquer modo, inverter a fase não faz diferença nenhuma.


HIGHLY RECOMMENDED
 



 
O NAD M2 chegou às minhas mãos já com duas cartas de recomendação, assinadas, respectivamente, por Robert Harley (TAS) e John Atkinson (Stereophile). Os elogios não podiam ser mais encomiásticos, e é óbvio que ambos ficaram muito bem impressionados pela sua performance.No caso de Atkinson, as medidas obtidas em laboratório só vieram confirmar os resultados das audições.  De uma maneira geral, prefiro ser o primeiro a testar qualquer equipamento. E às vezes tenho esse privilégio. Ou então, quando sei que tenho hipóteses de vir a testá-lo, tento não ler os testes dos outros até escrever o meu. Mas isso, na era da internet, é quase impossível: a informação entra-me pelo computador adentro e não há forma de lhe escapar, até porque a curiosidade vence sempre.


Este teste foi, pois, escrito à luz das críticas dos meus colegas americanos, com quem tive oportunidade de trocar algumas impressões em Las Vegas, em especial com Atkinson. Harley é uma pessoa mais fechada e de poucas conversas.


De facto, todos concordamos que o M2, sendo alegadamente de Classe D, bate o pé a modelos a transístores de marcas conceituadas a funcionar em Classe A e A/B. Só não é substituto para os modelos a válvulas, porque, por definição, estes se distinguem pelas colorações mais ou menos eufónicas, que se adaptam melhor a certos equipamentos e gostos pessoais.


M2 AO NATURAL


O NAD M2 substituiu o conjunto Chord DAC64/McIntoshC2200/Krell Evo300 na nobre função de alimentar um par de Wilson Audio Sasha (Sonus Faber Concertino). Como fonte utilizei um Sony ESD777. Interconnects: Nordost Valhalla, Black Slink. Cabos de coluna: Black Sixteen. Como termos de comparação, utilizei o conjunto Marantz KI Pearl e um amplificador a válvulas Primaluna Dialogue Two.


Nota: tendo em conta a excepcional performance do leitor CD KI Pearl (ver teste em Artigos Relacionados), optei por utilizá-lo como transporte e principal fonte de sinal digital e analógico.


Tem toda a lógica ouvir o M2 ao natural, isto é, como PowerDAC, servindo-lhe exclusivamente sinal digital. E foi isso que fiz nas primeiras semanas. O M2 é o amplificador mais silencioso que testei em toda a minha carreira. Sem sinal, com o volume no máximo, não se ouve um sussurro sequer, mesmo com o ouvido encostado ao tweeter! A coisa é tão estranha que eu até acho que isso só pode ter uma explicação: sem sinal no modo Digital Direct o M2 está off. Até porque, quando seleccionei uma fonte analógica, com o volume no máximo, também sem sinal, ouvia-se um ligeiro sopro, que eu atribuí ao andar de saída do KI Pearl.


O M2 soa como um filme, no qual, no escuro da noite, ocorre uma violenta explosão, que subitamente ilumina tudo e nos faz dar um salto na cadeira. A dinâmica é tal que passa do zero aos 100 num nanosegundo.


Os registos graves são fabulosos: extensão infinita, controlo absoluto, ritmo, definição, recorte fino, riqueza harmónica. Ao nível do que ouvi com os Halcro. E estou a referir-me aos Halcro dm78 e não ao Logic C20! Justifica-se assim que tenha começado pelo grave, porque é a sua qualidade que nos salta de imediato aos ouvidos. De facto, esta é uma característica comum a todos os amplificadores de Classe D, mas que atinge aqui um patamar único de excelência.


Os registos médios são luminosos, transparentes, ultrainformativos, de uma estabilidade imagética e harmónica sem precedentes na Classe D. E conseguem o feito de nos dar ao mesmo tempo uma avassaladora sensação de presença e de profundidade. A separação instrumental, a diferenciação tímbrica, a especificidade tonal permitem-nos separar mentalmente cada linha do texto musical sem nunca se perder a noção de conjunto. A inteligibilidade das vozes é espantosa: ouvem-se todos os fonemas, todas as sílabas que formam as palavras. Até Bob Dylan faz sentido...


Na minha memória, há dois amplificadores analógicos que soam assim: o Halcro e o Spectral.


O ataque, o ritmo, a excitação própria da música bem tocada, toca-nos e excita-nos a nós também. O M2 é um amplificador deveras excitante, no bom sentido. É impossível ficarmos indiferentes ao seu desempenho sonoro. Soa tal como a NAD o descreve: como um DAC puro com amplificação! Um sonho antigo tornado realidade.


Posto isto, o agudo, apesar de estar muitos furos acima, tanto na resolução como na extensão – e sobretudo na textura –, dos seus congéneres de Classe D, não tem a cativante doçura dourada do vácuo. Contudo, não é áspero, não é agressivo, não enfatiza as sibilantes, muito menos o sopro da fitas analógicas. E só não leva a mesma nota porque não tem a substância harmónica do médio e do grave. Ou então a falta é minha porque não tive oportunidade de o ouvir com registos originais a 88 ou 96/24, e o M2 não fez mais que expor as limitações do CD neste departamento.


Em última análise, para quem nasceu na era analógica, talvez o NAD seja um pouco acintoso na forma como nos serve a música. Não há aqui displicência, muito menos negligência, que se possa confundir com pecados de omissão, há apenas uma atitude categórica de wizzkid: o que está no disco é isto, se não gostas o problema é teu. Ponto final.


E, tal como acontece nas relações humanas, damos connosco a sentirmo-nos inquietos com tanta perfeição. Será que este tipo sabe tudo, nunca se engana, não comete uma asneira, não perde o controlo? O som não distorce, não rasga, quase nunca endurece. É seco sem ser analítico, luminoso sem ser ofuscante, poderoso sem ser opressivo, e a musculatura, moldada como a de um herói da Grécia Antiga, imortalizado no mármore, mostra tudo, incluindo as partes pudendas da música, sem nunca ofender, enquanto os outros se apresentam em público cobertos com a tímida parra da dinâmica oculta.


Damos connosco, dizia eu, a desejar um pouco mais de gordura, de eufonia, de “imperfeição”, como os invejosos que querem ver no corpo perfeito dos outros os defeitos que não logram ver neles.


Ah, vou revelar-lhes um “defeito” para não ficarem desconfiados com tanto elogio. O sistema de protecção é demasiado sensível. O amplificador desligou o canal direito, com a indicação de Protection: Right channel error, numa audição a níveis razóaveis de pressão sonora. Isso aconteceu apenas uma vez, mesmo tendo eu posteriormente puxado por ele sem piedade. Acho que tem mais a ver com picos de corrente de sector que com picos de sinal. Quando isto acontecer, só tem que desligar o aparelho com o comutador on/off no painel traseiro, e voltar a ligar.


Por outro lado, o M2 é o único amplificador de Classe D, que testei até hoje, que não produz RFI audível. Cheguei a colocar o Tivoli One em cima dele sem que afectasse a recepção!...


INDÍCIOS DE CORRUPÇÃO ANALÓGICA OU CABALA AUDIÓFILA?
   


   


Vamos lá então ouvir isto agora com sinal analógico. Primeiro experimentei com a frequência de conversão: 48, 96, 192kHz. Olha, a 48kHz parece soar melhor, mais encorpado, e até “mais alto”. John Atkinson tinha razão. Mais resolução aqui não significa mais emoção, embora a própria NAD aconselhe a utilizar o máximo: 192kHz.


O som continua de grande nível com a participação do ADC (analog/digital converter). Contudo, perde-se alguma integração (entrosamento das gamas) e transparência, e o grave torna-se menos delineado (mais cheio) e perde alguma tensão e extensão. Há uma óbvia diferença de nível (volume) que deve ser compensada (no painel: trimming) antes de se fazer qualquer avaliação subjectiva. A comparação A/B é fácil porque a selecção digital/analógico faz-se, neste caso, felizmente, no controlo remoto.


FINAL COUNT DOWN


Faltava-me fazer uma experiência que nem Harley nem Atkinson ousaram fazer.


Ao Sony ESD777 fui buscar o sinal digital, que converti no DAC64 antes de o servir ao McIntosh C2200. Daí transportei o sinal analógico, por meio de longos cabos Black Slink, até ao M2. Seleccionei o volume do M2 para a posição “0.0dB”. Também experimentei com +10dB mas não gostei tanto (overload?) e passei a regular o volume de audição no C2200. Apesar do revolucionário controlo de volume, o som parece ter mais resolução com o volume no máximo. Feita a experiência, passei ao modo Fixed que faz bypass ao controlo de volume.


Já sei que vou ser criticado por esta experiência, ao sujeitar o sinal a violência doméstica, obrigando-o a passar por uma série de estágios de conversão e amplificação, quando o objectivo do M2 é poder amplificá-lo directamente sem o corromper, numa espécie de concepção sem pecado: um som ao mesmo tempo virgem e prenhe de dinâmica e musicalidade.


John Atkinson aconselha a não servir ao M2 sinais analógicos com tensão superior a 2V. Mas, meus amigos, em verdade vos digo, o Papa também considera que tudo o que é bom na vida é pecado. E eu aqui faço o papel do Diabo: experimenta, pá! o que tens a perder? vais ver que gostas...


Neste ménage à trois, não senti saudades do Krell, mesmo nas áreas em que é tradicionalmente mais forte. O M2 tem reservas de energia aparentemente inesgotáveis (sistema de protecção à parte) e dominou as Sasha com punho de ferro, levando-as a paroxismos de prazer musical. A apresentação de ambos é diferente, sobretudo no grave: mais enfático e expansivo, o Krell EVO300; mais ágil e articulado (e com mais extensão!!), o NAD M2.


O som obtido a partir de conversão prévia de sinais analógicos, não tem, contudo, a mesma transparência da via directa, que aconselho vivamente como default. Mas eu tinha logrado humanizá-lo, tornando-o menos...eh... perfeito, com o toque mágico das válvulas (há quem lhe chame mais prosaicamente distorção de segunda harmónica), dourando a tendência pontual para algum excesso de franqueza, sobretudo com metais, cujo timbre seja determinado pela influência maioritária do tweeter.


Não façam o que JVH faz, façam o que ele diz: o NAD M2 é autosuficiente, e precisa apenas que lhe sirvam sinais digitais de qualidade. O resto só serve para não se sentirem frustrados por terem investido tanto dinheiro num prévio a válvulas e um conversor. Deste modo, a transição para o som digital directo é mais suave e o choque é menor...


Parafraseando Molly, a espalhafatosa júri americana de “Do You Think You Can Dance”, o NAD M2 entra directamente no meu “Hot Train”.


If you are looking for the sexiest digital amplifier around, this is it! And I don’t mean the looks, I mean the guts…


O primeiro teste da minha carreira de crítico, intitulado “Um som daNADo”, foi publicado em 1983, no jornal Êxito. Quase trinta anos depois, tudo e nada mudou. A tecnologia é outra – o som continua daNADo. 


O NAD Master Series M2 é o amplificador de Classe D pelo qual todos os outros vão passar a ser aferidos. Nada do que ouvi até agora nesta área se compara com o M2: tem vida, tem ritmo, tem presença, tem ataque, tem transparência, tem potência, sensualidade, controlo, luz, detalhe. Como único senão, apenas o sistema de protecção, que é demasiado rápido no gatilho...


O M2 é membro de pleno direito da Classe M - de Música.


TESTE STEREOPHILE POR JOHN ATKINSON
TESTE TAS POR ROBERT HARLEY    


DISTRIBUIDOR: ESOTERICO
FABRICANTE: NAD ELECTRONICS


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Carlos Amaral










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